segunda-feira, 16 de abril de 2018

Ditado

Sabem aquele ditado: "Com o mal dos outros posso eu bem?" ou a versão mais labrega "Pimenta no cú dos outros para mim é refresco?"

Pois bem, o contrário já não se aplica, se for relativamente ao bem dos outros já dá comichão de ver/ouvir.

Perdi peso e as minhas conversas passaram a ser assim:

- Ahh perdeste bastante peso, estás doente?

- Aiii perdeste peso como?
- Acompanhada por um nutricionista, realmente tudo está naquilo que comemos.
- Conta-me a verdade! Que andas a tomar? Diz-me o nome dos comprimidos!

- Onde arranjaste medicamentos para perder peso? É preciso receita? Vais engordar o dobro a seguir.

Farta dessas agradáveis conversas arranjei maneira de acabar com elas:

- Perdeste peso como?????
- Heroína!! (digo com cara séria e com tom baixinho e sério a olhar para os lados para ver se mais ninguém ouve o meu segredo)

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Do dia de hoje

Sobre o dia de hoje posso dizer:


  • A qualquer momento espero a chegada de D. Sebastião;
  • O meu irmão diz que sentiu a cabeça sair do corpo;
  • Tenho dores de estômago;
  • Procurei o meu carro durante muito tempo, muito mais do que me orgulho, no parque de estacionamento, para depois me lembrar que ele estava na oficina;
  • Preciso de pintar o cabelo;
  • Estou mesmo a precisar de um fim-de-semana;
  • Tenho olheiras (a primeira vez que escrevi isso aqui saiu: tenho orelhas - mas sim também tenho);
  • Pronto acho que é isso...



quinta-feira, 12 de abril de 2018

São Sortes

Ele: Já viste a sorte que tens? Não vejo futebol.
Eu: Já vista a sorte que TU tens? Não vejo novelas.
Ele: Pronto, tens que ganhar sempre.

Voltar

É engraçado como afinal sabe bem voltar aqui. Voltar a encontrar algumas pessoas de quem, sem saber, até tinha saudades.
Aconteceu tanto nesse tempo de ausência, acontece tanto mesmo sem esta ausência.
É engraçado como sabe bem encontrar pessoas que não conhecemos, mas que sentimos que conhecemos.

quarta-feira, 11 de abril de 2018

terça-feira, 10 de abril de 2018

O mistério do carrinho das compras

Não gosto de fazer compras, pronto já disse. Especialmente compras de supermercado.
Fico inquieta para sair dali a correr. Fico com calor, fico com frio, fico irritada, não gosto. Ainda assim, essa cena de ter que comer obriga-me a ir às compras pelo menos semanalmente.

Ai Gasper, mas se não gostas porque vais tanta vez? - Perguntam vocês em pulgas.

Porque sou desorganizada, porque faço meias listas, porque esqueço-me da lista em casa, porque não sei o que vou querer comer o mês inteiro, porque sou assim.

Ora, muitas vezes, vou com o gajo às compras. O gajo adora a minha capacidade de apressar as compras. Quando tenho lista, dividimos para conquistar: vais buscar queijo, leite, cereais e eu vou aos produtos de higiene, encontramo-nos nos congeladas. E lá vamos nós que nem pequenas lebres a todo o vapor.

Depois chegamos ao ponto de encontro, cada um cheio de coisas nos braços. E o carrinho? Tu é que tinhas o carrinho das compras! Eu não. Tu é que tinhas... e lá vamos nós como dois anormais cheios de compras nos braços procurar o carrinho desaparecido.

A semana passada, já a terminar as compras (com o carrinho cheio), lembrei-me que faltava pão ralado e polpa de tomate. Eu fui ao pão, o gajo foi ao tomate, e ponto de encontro: caixa registadora!

Chegamos à caixa, e o carro? Ninguém sabia do carrinho, nem do resto das compras. Lá tinha ficado o pobre desgraçado estacionado, outra vez, algures no meio de um corredor.

A triste saga de ir às compras.

Extremamente Interessante

Tive um jantar em casa de uns amigos. 
Aprendi o soco-soco-bate-bate.