sexta-feira, 10 de outubro de 2014
Eu explico devagarinho
Muito devagarinho,
O facto de alguém não gostar de ti, da tua roupa, da tua maneira de ser, do teu cabelo, do teu carro, ou de qualquer uma das tuas porras, não quer dizer que tenha inveja. Simplesmente, pura e simplesmente, não gosta.
Isso tudo para dizer, que há dias em que acho que devia receber um prémio, só pelo facto de não mandar certas pessoas à merda.
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Porque acabas sempre por voltar aqui Gasper?
Porque tenho sempre perolas para partilhar. Histórias estúpidas que quero contar.
Que posso fazer?
1) Enquanto procurava umas coisas (de extrema importância) na página da Decatlhon, encontrei camisolas fantásticas.
Que posso fazer?
1) Enquanto procurava umas coisas (de extrema importância) na página da Decatlhon, encontrei camisolas fantásticas.
Corram, corram que pode esgotar (post não patrocinado, eu juroooooooooooooooo)
quarta-feira, 21 de maio de 2014
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Piquenique?
Ao telefone:
Ele: Olha o G. convidou para um piquenique no Sábado.
Eu: Boa. Penso que Sábado vai estar no bom tempo, passas uma tarde diferente.
Ele: Passamos. O convite era para os dois. Disse-lhe que ia falar contigo primeiro, mas imagino que não queiras ir não é?
Eu: Oh por mim na boa. Vamos.
Ele: Mas queres ir? a sério?
Eu: Sim. Qual é o problema?
Ele: É que a mim não me apetece e estava com alguma esperança que não quisesses ir, assim podia ser dizer que TU não tinhas paciência e não eu.
Eu: Tu tens problemas mentais.
Ele: Só por causa desse mau feitio vou dizer ao G. que és tu que não tens para ir ao piquenique.
segunda-feira, 12 de maio de 2014
Cala a boca Gasper
O problema de eu beber uns copos é que sou invadida por uma sinceridade extrema. A ligação entre o cérebro e boca é quebrada e pimba digo tudo o que me apetece.
Rapaz, um bom rapaz, que por sinal sempre achei que era um chato de primeiro. É namorado de uma amiga e por consequência ouço, ou finjo ouvir, as história compridas e chatas que o pequeno tem para contar.
Certa vez, a horas já avançadas, está ele a contar uma história muito entusiasmado quando eu o interrompo:
- Ohh R, por favor cala-te!
- Oh então?
- Desculpa lá, mas eu já não tenho mais paciência para falar contigo.
- Não tens mais paciência?
- Na realidade nunca tenho, és chato para caraças!
Dia seguinte, telefonema da amiga: "Porque é que nunca me disseste que achas o R. chato?", "Ele já te fez algum mal?", "Não gostas dele?"
Cala a boca Gasper, cala a boca!
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