segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Porrinhas

Coisinha para me deixar mesmo ruim, ainda por cima à Segunda-Feira, é aperceber-me que não tinha razão na discussão em que participei na Sexta-Feira.

É isto e a criatura que falou comigo meia hora ao telefone, sempre em diminutivos:

Olá, está boazinha? Estou a fazer este telefonemazinho para ver se conseguimos marcar uma reuniãozinha....

E eu dou por mim a pensar no anúncio da L'oreal: Eu mereço?

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Dor, dor, que dor!

A ilustre criatura que aqui anda a estagiar não conduz. Ora a mulher não conduz, nem diz nada de jeito benzádeus.

E porque é que ela não conduz? - perguntam vocês em pulgas. Eu explico, tal como ela me explicou, apesar de em boa verdade eu não ter perguntado: Ela não conduz porque sempre lhe causou impressão 3 pedais para 2 pés.

Ora eu, que sou uma mulher por natureza apoquentada, hoje fiquei apoquentadíssima com o facto de uma pessoa que tem carta, afirmar que dois pés não são suficientes para três pedais.

Aqui entre nós, confesso-me: Achei melhor não lhe contar que existem carros só com 2 pedais. Já é suficientemente mau ela andar à solta, de carro é que não.

E há dias

Em que só me apetece dizer:

Não quero brincar mais aos grandes.

Ou a versão não censurada:

Foda-se! Como é possível existir tanto anormal ou tanta anormalidade.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Coisas que me fascinam #6

As almas que, ao volante de um smart, conseguem andar no meio de duas faixas.
É preciso habilidade!

sábado, 13 de outubro de 2012

O jogo

A realidade é que a coisa é semelhante ao jogo das cadeira que brincava em pequena. A música toca, todos andam, mexem-se animadamente, mas sempre de olho numa cadeira. A música pára, é o pânico. Tem de arranjar uma cadeira, não pode ser a única pessoa a ficar de pé. Tudo se passa em fugazes instantes.

Ela jogou, acabou de pé. A realidade é que o jogo continua. Acaba uma ronda, mas o jogo recomeça. Existem novamente cadeiras vagas, a música anima, as pessoas dançam e há sempre menos cadeiras do que jogadores.

Ela simplesmente parou, deu por si e tinha parado de jogar. Ficou de pé. Ouve a música, assiste ao jogo, acompanha as vitórias e derrotas, e até a quedas provocadas por mais que um jogador a lutar pela mesma cadeira.

A única que coisa que mudou, a única coisa que ela mudou talvez sem dar por isso, foi parar de jogar. Parar de procurar a sua cadeira. Simplesmente decidiu ficar de pé.

Home sweet home

Chamem-me nomes, mas das melhores coisas de viajar é chegar a casa. A minha querida almofada continua com a cova certa para a minha cabeça. O meus lençóis continuam a ser melhores que os do hotel. A minha cama continua a ser a melhor do mundo.

Após a minha cura de sono, de aproximadamente 12 horas, informo que acordei cheia de dores de cabeça, babada, inchada e com cara de quem teve um AVC. Um regalo para a vista portanto.